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O que está em jogo em Copenhague? PDF Imprimir E-mail
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Secretaria de Comunicação   
Seg, 04 de Janeiro de 2010 13:28

Por José Correa Leite

Com a Aproximação da Conferência de Copenhague, de 8 a 18 de dezembro - que negociará o novo Protocolo sobre Mudanças Climáticas (pós-Kyoto, para após 2012) - a crise climática se torna, ao lado da gestão da crise econômica, o tema mais espinhoso, candente e duradouro da agenda mundial.
Economistas insistem que marxistas como duas crises tem a mesma raiz: a forma que adquiriu o capitalismo globalizado e financeirizado. Seu modelo de civilização consumista e predador Necessita de uma infinita expansão da acumulação e apóia-se cada vez mais no capital financeiro e suas "bolhas", gerando crises econômicas não só, mas também uma pressão Crescente planetária sobre a biosfera e os Recursos Naturais.

Sob os auspicios do governo Obama, uma Câmara dos Deputados dos EUA APROVOU uma nova política energética para o País, com ações de promoção da energia limpa, programas voltados à eficiência energética ea criação de Mecanismos de transição para uma desejada "Economia de Energia Limpa" . A política cria fortes subsídios uma setores da economia local para que adaptem a este cenário se definir sobre as tarifas e Importações de Outros Países que tenham regras ambientais menos rígidas.
Se as metas propostas nos EUA Tímidos - os 17% de cortes de emissão em 2020 - são completamente insatisfatórias para Conter o aquecimento global, a nova lei já provoca um frenesi no mundo empresarial. A possibilidade de o principal mercado importador do mundo Criar uma taxa sobre mercadorias provenientes de nações que não tiverem uma clara política de corte de Emissões já assusta muitos setores do capital.


Se não é Possível negociar um acordo climático global efetivo sem que isso Envolva também barreiras à exportação dos poluidores, isso significa uma revisão geral dos Acordos sobre Livre Comércio. E aí está a grande dificuldade de Copenhague. Os Governos de todas as Potências terão que formular suas propostas, definir quem vai pagar o que da conta. E se o governo Lula entrou no jogo com desenvoltura (metas de até 39%), e porque os grandes comerciantes brasileiros precisarão que seus produtos não venham ser um sobretaxados nenhum mercado norte-americano.
Os Compromissos de Copenhague afetarão o conjunto da economia brasileira. Mas como o governo Lula ea burguesia brasileira não Têm qualquer veleidade ou debate sensibilidade ambiental, o Brasil não chegou ao responsável pela discussão da contribuição que o país precisa dar ao combate ao aquecimento global, mas é pela pressão (internacional como Ambições de Lula neste terreno ) e pelo anúncio da candidatura de Marina Silva à Presidência da República - o que forçou um que entrasse questão ambiental na agenda de Serra e Dilma / Lula.


A crise ambiental é anunciada há décadas, mas apenas nos últimos anos os cientistas atingiram um relativo consenso em torno das idéias de que o processo de mudança climática tem origem humana, está se acelerando Trara e, rapidamente, conseqüências desastrosas. Isso não significa que um acordo em Copenhague seja atingido, mas que é impossível não discuti-lo. E todos TENTARAO pagar o menor preço Possível pelos grandes Necessários ajustes.

Última atualização em Seg, 04 de Janeiro de 2010 15:05