| Resolução Política da Direção Nacional |
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| Escrito por Direção Nacional | |||||||||
| Sáb, 03 de Fevereiro de 2007 21:00 | |||||||||
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Leia a resolução da Direção Nacional Provisória do P-SOL, reunida em 4 de fevereiro de 2007 no Rio de Janeiro. A Direção Nacional Provisória do P-SOL, reunida em 04 de fevereiro de 2007 no Rio de Janeiro, resolve: 1) Reafirmar a necessidade de defender os interesses dos trabalhadores e do povo pobre diante dos ataques que já começam a ser promovidos pelo segundo mandato do governo Lula, cuja coalizão entre PT, PMDB e outras siglas do mensalão apenas comprova seu caráter de continuidade com o mandato anterior, marcado pela defesa dos interesses do capital financeiro e pela corrupção 2) A importância, no sentido de impulsionar a defesa das demandas e interesses dos trabalhadores e do povo de se apoiar todas as lutas, como as que ocorreram agora, a exemplo da greve geral dos servidores públicos estaduais de Alagoas. A crise de Alagoas, com o governador do PSDB aplicando um brutal golpe contra os servidores – cuja resposta veio na forma de uma poderosa greve geral – demonstra que o ajuste contra o povo envolverá o governo federal e os governos estaduais, sejam eles do partido da base de sustentação do governo sejam da oposição burguesa como PSDB e PFL. Para avançar na construção de um pólo organizativo que apóie e ajuda a impulsionar estas lutas o partido orienta seus militantes a participar dos fóruns sindicais que estão sendo promovidos ao longo de fevereiro e março, em particular o Encontro Nacional Sindical e Popular Unificado de 25 de março em SP. 3) Realizar uma atividade sistemática de esclarecimento sobre a natureza do PAC, demonstrando com argumentos que seu objetivo não é de melhorar a vida do povo, e que sua aplicação está baseada em novos ataques aos servidores públicos, arrocho salarial dos trabalhadores que ganham o salário mínimo e na drenagem de recursos públicos e da poupança dos trabalhadores para financiar o capital privado. E tudo isso em tocar em um centavo da remuneração do capital financeiro através do pagamento de juros e amortizações da dívida pública. Nosso partido, portanto, não concorda com o PAC e convoca a unidade de todos que queiram defender os serviços públicos, os direitos dos trabalhadores, a melhoria real da saúde, da educação, a garantia de moradia para todos e de dignidade. 4) Articular uma campanha nacional unificada que ligue estas demandas com a defesa das nacionalizações na Venezuela como um exemplo de que o Brasil pode seguir outro caminho que não seja o da submissão ao capital financeiro como vem fazendo o governo Lula. As nacionalizações da Venezuela são defendidas pelo P-Sol, sendo um exemplo para o Brasil que necessita barrar a privatização em curso da Petrobrás e reestatizar a Vale do Rio Doce, entregue de graça para o capital internacional. 5) Como parte do perfil internacionalista do partido, impulsionar uma campanha pela retiradas das tropas imperialistas norte-americanas do Iraque 6) Estas campanhas internacionais, tanto da Venezuela quanto do Iraque, serão concretizadas num plano elaborado pela Executiva Nacional.
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