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Resolução do Diretório Nacional sobre a Campanha pelo Direito ao Aborto Legal e Seguro.
O PSOL, por meio de suas instâncias, deve assumir a campanha pela legalização do aborto. Isso significa que: 1) as instâncias do partido devem se mobilizar para impulsionar a campanha; 2) o partido deve confeccionar materiais e convocar a militância partidária para se engajar na campanha (respeitando o direito de objeção de consciência daquelas e daqueles que reivindicarem esta cláusula); 3) a bancada parlamentar deve acompanhar a tramitação do projeto de lei sobre a legalização do aborto; 4) o partido deve dar estrutura nos estados para que os coletivos de mulheres possam tocar essa campanha junto com outros setores do feminismo; 5) o jornal "Página 50" deve publicar matérias a respeito; 6) os sites do partido devem divulgar notícias sobre a campanha; 7) o DN deve indicar uma companheira (ou companheiro) para, juntamente com o Coletivo Nacional de Mulheres, coordenar nacionalmente a campanha do partido.
Além disso, o PSOL não apoiará a campanha "Em defesa da vida: contra o aborto" ou qualquer outra que se configure numa campanha contra a legalização do aborto. Nesse sentido, o DN chama o conjunto da militância do PSOL a não apoiar as campanhas contrárias à legalização do aborto, buscando preservar as resoluções do 1º Congresso do PSOL. São Paulo, 25 de novembro de 2007.
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